Com o aumento do número de pessoas convivendo com doenças crônicas e potencialmente graves, os cuidados paliativos têm ganhado espaço na medicina contemporânea e no debate público.
Voltada a pacientes com doenças que ameaçam a vida, essa abordagem tem como foco o alívio do sofrimento e a promoção da qualidade de vida, incluindo o controle de sintomas físicos, como dor e falta de ar, além de suporte emocional, social e familiar.
Ainda assim, mitos persistentes dificultam a compreensão de seu verdadeiro papel. Parte desse desafio está ligado à desinformação.
No Brasil, dados do Ministério da Saúde indicam que cerca de 625 mil pessoas necessitam de cuidados paliativos.




