O uso de óleos essenciais tem se expandido como prática complementar em diferentes contextos de cuidado, desde o alívio do estresse até o apoio ao sono e à dor.
Extraídos de plantas e altamente concentrados, esses compostos possuem propriedades químicas capazes de interagir com o organismo de forma ativa.
Esse potencial terapêutico, embora benéfico quando bem aplicado, levanta uma questão relevante para profissionais de saúde e pacientes: os óleos essenciais podem interferir no efeito de medicamentos?
A Doutora em Enfermagem Líder em Aromaterapia e Práticas Integrativas, Talita Pavarini, explica que a aromaterapia clínica exige análise cuidadosa antes de qualquer indicação.




