O Brasil enfrenta um cenário crítico de saúde pública masculina, onde o câncer de pênis tem se mostrado uma patologia de alta mortalidade devido ao diagnóstico tardio.
Entre 2021 e 2025, a doença foi a causa direta de 2,3 mil óbitos no país, de acordo com dados publicados no início deste ano pelo Ministério da Saúde levantados pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).
Um crescimento estimado em cerca de 15%, em relação ao período de 2011 a 2020 quando o país registrava uma média aproximada de 450 óbitos anuais, totalizando cerca de 4,5 mil mortes em dez anos.
A letalidade da condição apresenta concentrações geográficas alarmantes, especialmente na região Sudeste, que registra o maior volume total de mortes.




