quinta-feira, 18 jun 2026 ☀ Franca/SP 15°C
DólarR$ 5,18▲ 0,0%
EuroR$ 5,98▲ 0,0%
Selic14,50%▲ 0,0%
BitcoinR$ 326 mil▲ 0,0%

Intestino preso em viagens? Harvard explica o que acontece e o que fazer!

A instituição alertou que a maioria dos desconfortos é evitável, já que está associada à alimentação e aos horários de descanso

Compartilhar
intestino preso
intestino preso
Saiba como evitar problemas intestinais durante viagens, como constipação e indigestão, com dicas de especialistas (Foto Arquivo)

 

Viajar é uma experiência prazerosa, mas pode trazer desconfortos como a chamada “constipação do viajante”.

O problema está relacionado a alterações na rotina, como mudanças na alimentação, nos horários e no sono, que afetam o ritmo intestinal.

Alimentação e sono influenciam diretamente

Continua depois da publicidade

Segundo especialistas da Harvard Medical School, distúrbios gastrointestinais durante viagens são comuns e podem incluir diarreia, constipação e indigestão.

Esses sintomas costumam surgir devido a mudanças bruscas nos hábitos diários, especialmente em pessoas com maior sensibilidade intestinal.

Veja dicas para evitar o problema

Para reduzir os riscos durante a viagem, especialistas recomendam:

– Manter uma rotina alimentar equilibrada
– Beber bastante água
– Reduzir o estresse durante o deslocamento
– Lavar as mãos com frequência

Em locais com infraestrutura sanitária desconhecida, a orientação é consumir apenas água engarrafada.

Cuidados com alimentos e bebidas

Evitar gelo em bebidas é uma das recomendações, já que pode ter sido feito com água contaminada.

Também é importante ter cautela com frutas e verduras, consumindo apenas quando estiverem bem higienizadas ou cozidas.

Fibras ajudam a regular o intestino

A ingestão de fibras antes e durante a viagem pode ajudar a prevenir a constipação.

Entre os alimentos indicados estão maçãs sem casca, framboesas, leguminosas e cereais integrais.

Procure ajuda se os sintomas persistirem

Apesar das medidas preventivas, especialistas orientam procurar atendimento médico caso os sintomas sejam intensos ou persistentes.

Fonte: O Globo