Por sua sempre e já demasiada conhecida indecisão o prefeito de Franca, Gilson de Souza (DEM), está se isolando politicamente em Franca (e arrastando a cidade também no cenário estadual) já que o governador substituto de Geraldo Alckmin (PSDB), Márcio França, líder maior do PSB, está formando um “chapão” que tem gente forte em termos de votos (veja complemento abaixo) e demorou para assimilar que, no plano do interior do Estado de SP, este resto de ano é tempo de conquistar obras e verbas, muitas verbas do interino, que não economizou tinta da caneta para liberar recursos nos poucos 60 dias que teve para fazer convênios com prefeitos, a pedido de deputados, para as cidades paulistas.
Gilson está isolado por dois motivos, um eleitoral e outro político. No eleitoral, sua votação para deputado foi pífia, tanto é que ele ficou como suplente e só foi guindado ao cargo porque o Governador eleito, justamente Alckmin, elevou alguns deputados ao seu secretariado.
Gilson para quem não se lembra, teve apenas 67.787 votos, não sendo eleito nem pelo critério de sobras partidárias, no chamado quociente partidário.




