
Com o aumento constante no preço dos dispositivos e o acesso cada vez mais precoce à tecnologia, um comportamento se consolidou nas famílias brasileiras: o primeiro smartphone das crianças raramente sai da loja. Ele sai da gaveta dos pais.
Este fenômeno de “herança digital”, que antes era uma prática informal, hoje é um padrão de consumo que movimenta o mercado de assistência técnica e redefine a vida útil dos aparelhos no país.
Segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box (2025), a idade média em que as crianças brasileiras ganham seu primeiro smartphone é de 10 anos e 3 meses.




