Durante muito tempo, o bem-estar foi vendido como imagem. Aparência descansada, pele viçosa, contornos mais definidos, sinais do tempo suavizados. A ideia de “se cuidar” passou a ser construída em torno do que se vê, do que se corrige, do que se melhora no espelho.
Mas o corpo real, principalmente o corpo adulto, começou a pedir outra coisa.
Não é difícil perceber esse movimento. Cada vez mais mulheres seguem investindo em autocuidado, saúde e estética, mas já não se contentam com um cuidado que termina na superfície.
A conversa mudou. E não apenas porque envelhecer deixou de ser tabu, mas porque viver bem passou a significar mais do que parecer bem.




