Na prática, a dieta propõe listas de alimentos recomendados e evitados para cada tipo sanguíneo (Foto O Antagonista)
A ideia de que o tipo sanguíneo pode determinar o que uma pessoa deve ou gosta de comer ganhou popularidade nas últimas décadas, mas não encontra respaldo na ciência.
Nutricionistas afirmam que não há evidências consistentes de que o sistema ABO influencie preferências alimentares ou comportamento alimentar.
A teoria ficou conhecida a partir do médico americano Peter D’Adamo, que propôs uma dieta baseada no tipo sanguíneo. A proposta sugere que cada grupo — A, B, AB e O — deveria seguir um padrão alimentar específico, com a promessa de melhorar a digestão, prevenir doenças e promover mais saúde.




