Em um mundo cada vez mais parado — entre telas, reuniões e horas sentados — a pergunta é inevitável: caminhar realmente conta como atividade física ou é pouco para fazer diferença na saúde?
A ciência responde de forma clara: vale — e muito. Um grande estudo publicado na revista The Lancet mostra que aumentar o número de passos diários está associado a menor risco de morte e de diversas doenças crônicas, como as cardiovasculares, diabetes tipo 2, demência e até sintomas depressivos.
“A caminhada é uma das formas mais democráticas de atividade física. Não exige equipamento, pode ser feita perto de casa e se adapta a diferentes níveis de condicionamento”, afirma o médico nutrólogo, Nataniel Viuniski, especialista em obesidade, mestre em nutrição e alimentos, e membro do Conselho Para Assuntos Nutricionais da Herbalife.
Segundo ele, “além dos benefícios físicos, caminhar também está associado a melhora do humor, redução do estresse e maior sensação de bem-estar — especialmente quando praticada ao ar livre”.




