Diabetes, obesidade e problemas
hormonais são apenas algumas das consequências do consumo abusivo de açúcar.
Demerara, refinado, mascavo, frutose, mel, melaço, açúcar de coco. Que o
excesso de glicose causa danos ao organismo, já é sabido. Mas qual é a
substância considerada menos nociva pelos especialistas quando o assunto é
adoçar?
São vários os tipos de açúcar. O
cristal, o refinado e o de confeiteiro são os mais populares no mercado, porém
apresentam um alto índice glicêmico e menos nutrientes, devido às etapas de
processo industrial às quais são submetidos. O açúcar orgânico é cultivado sem
fertilizantes químicos desde o plantio até a sua etapa final.
As características
nutricionais são mantidas, apresentando uma maior quantidade de vitaminas e
minerais. E o mesmo vale para o mascavo, que mantém as características
nutricionais. Embora pareçam iguais, há diferenças entre os adoçantes: os
artificiais são indicados para diabéticos; e os naturais, recomendados para
indivíduos em geral. Os naturais são compostos por frutose, glicose, sacarose,
stévia etc. Os artificiais são comumente conhecidos como edulcorantes.
A endocrinologista Lúcia Henriques
diz que há evidências de que açúcar em excesso causa desequilíbrio no
metabolismo da glicose, das gorduras e prejuízo na ação do hormônio insulina,
responsável pela manutenção dos níveis normais de glicose no sangue.




