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Cirurgia eletiva: Com 12 mil nomes na fila, vereador alerta para demanda reprimida

Vereador defendeu o diálogo entre Prefeitura, Governo do Estado e Governo Federal para viabilizar melhorias na área da saúde.

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O vereador Marcelo Tidy (MDB) utilizou a tribuna na última reunião da Câmara de Franca para tratar da fila de pacientes que aguardam cirurgias eletivas.

Ele declarou que a Prefeitura, o governo do Estado e o Ministério da Saúde devem dividir a responsabilidade na saúde pública e destacou a necessidade de planejamento estrutural para acompanhar o crescimento de Franca.

Cirurgias eletivas

Segundo o vereador, a lista de espera por cirurgias no município reúne atualmente cerca de 12 mil pessoas.

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Tidy afirmou que a situação envolve responsabilidades compartilhadas entre os diferentes entes públicos, especialmente em demandas que exigem alto investimento.

“A gente chega lá na Santa Casa, e tem equipamentos que ela precisa para atender a população, que custam R$ 15, R$ 20 milhões. De onde vai vir esse recurso? Ele tem que vir da União, do Estado e do Município. A saúde é responsabilidade de todos os entes, e isso está na Constituição.”

Demandas e questionamentos

Ao comentar o tema, o vereador relembrou que esteve, junto com outros parlamentares, no Ministério da Saúde em busca de recursos para Franca.

Ele também mencionou que o município possui verba parada junto ao ministério e orientou que os vereadores protocolem ofícios para solicitar a destinação desses valores, dentro das prerrogativas do cargo.

O vereador defendeu o diálogo entre os poderes para viabilizar melhorias na área da saúde. Como exemplo, citou a construção do Hospital Estadual Três Colinas. Apesar de destacar a importância da nova unidade, Tidy afirmou que a estrutura pode se tornar insuficiente diante do crescimento do município.

Antecipar o futuro

“O hospital está lá. Muito bonita a estrutura, equipamentos de ponta que estão sendo investidos em Franca. A entidade que ganhou está fazendo o processo para ter os melhores profissionais em critério técnico e todas as esferas. E aí, por que não pensar em já deixar uma área reservada para uma expansão?”

O vereador relacionou a discussão ao avanço populacional e urbano da cidade. “Se nós não pensarmos em estrutura para atender uma população que cresce a cada dia, fica difícil.”