Durante muito tempo o colesterol foi tratado como um marcador quase exclusivo da saúde humana. O que poucos responsáveis sabem é que cães e gatos também podem apresentar alterações nos níveis de colesterol e, embora as consequências sejam diferentes, o alerta clínico é igualmente relevante.
Na medicina veterinária, o aumento do colesterol no sangue é chamado de hipercolesterolemia e a principal diferença é que, nos pets, essa alteração raramente está associada à aterosclerose clinicamente significativa, sendo eventos cardiovasculares, como infarto, extremamente incomuns na rotina clínica de cães e gatos.
“O colesterol elevado nesses animais geralmente é secundário a outras doenças. Ele não é o problema principal, mas um indicativo importante que precisa ser investigado com atenção”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Farah Ramalho.
Como o colesterol atua no organismo dos pets




