Segundo a especialista, existem variações biológicas e hormonais nas mulheres que as diferenciam dos homens no quesito cardiológico (Foto Arquivo)
As doenças cardiovasculares ainda são a principal causa de morte em mulheres no mundo, representando 8,5 milhões de óbitos anualmente. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o problema representa um terço de todos os óbitos femininos.
O Dia Nacional de Conscientização das Doenças Cardiovasculares na Mulher, celebrado na última quinta-feira (14), traz à tona alertas sobre sintomas que representam riscos, como a arritmia.
A médica Thais Aguiar do Nascimento alertou sobre os riscos que a falta de cuidado com essa questão podem trazer às pacientes. A profissional é cardiologista, especialista em eletrofisiologia e coordenadora de Cardiopatia na Mulher da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC).




