Se tem um ramo no qual a crise não
causou grandes impactos é no mercado de medicina estética. A busca pela beleza e
cuidado, para elevar a autoestima, faz com que esse mercado não pare de crescer.
A busca por procedimentos que
disfarcem as marcas de envelhecimento tem aumentado cada dia mais. Segundo
dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica e Estética (ISAPS),
divulgados em junho de 2017, o Brasil responde por 10,7% de todos os
procedimentos realizados no mundo, ocupando a segunda posição no ranking global
de cirurgias plásticas.
Assim como as cirurgias plásticas,
existem muitos outros métodos que têm excelentes resultados para deixar a pele
mais jovem e dar aquele upgrade no visual, como, por exemplo, os peelings
superficiais médios ou profundos, como o de fenol e o uso de lasers de Co2 e
Erbium, que são opções não cirúrgicas nas quais o tempo de recuperação e o
resultado dependem da intensidade e profundidade utilizadas.
Mas uma nova tecnologia, que acaba de
chegar no Brasil, veio para mudar isso, com recuperação até três vezes mais
rápida do que os lasers, sem abrir mão de resultados surpreendentes: o Plasma
BT.




