Após dois dias de
audiência pública para debater mudanças na metodologia para o reajuste dos
planos de saúde individuais, promovida na terça e quarta-feira, 24 e 25 de
julho, pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), operadoras e agência
reguladora não chegaram a um consenso.
Segundo a ANS, o objetivo é analisar todas as propostas
apresentadas e “chegar a uma metodologia que traga mais transparência,
previsibilidade e objetividade ao cálculo do reajuste”. Cerca de 180 pessoas
participaram dos dois dias de evento, entre representantes do setor, de órgãos
de defesa do consumidor e da sociedade.
A ANS apresentou o resultado de um estudo feito desde 2010. Pela
proposta da agência, o Fator de Reajuste Anual dos Planos Individuais ou
Familiares do setor de saúde suplementar (FRPI) será calculado levando em conta
o Fator de Variação dos Custos Médico-Hospitalares do universo dos Planos
Individuais (VCMH), o Fator de Variação de Faixa Etária (FFE) e o Fator de
Variação de Produtividade (FGP), todos podendo ser calculados por entidade
externa “mediante acordo de cooperação prévio estabelecido com a ANS”.
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