No Dia Mundial de Luta Contra as
Hepatites Virais, lembrado neste sábado, 28 de julho, a Organização Mundial da
Saúde (OMS) alerta para a necessidade de ampliar a testagem e o acesso ao
tratamento contra a doença. De acordo com os dados mais recentes da entidade,
em todo o mundo, menos de 20% das pessoas tinham acesso à testagem e a serviços
de saúde específicos para hepatites em 2016.
Os números da OMS mostram que as
hepatites B e C afetam 325 milhões de pessoas. Se não forem tratadas, as
infecções podem provocar câncer de fígado e cirrose que, juntos, causaram mais
de 1,3 milhão de mortes em 2015. “Precisamos acelerar o progresso para alcançar
nossa meta de eliminar a hepatite até 2030”, disse em nota o diretor-geral da
entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
Um dos países mais atingidos pela
hepatite é a Mongólia, onde mais de 10% dos 3 milhões de habitantes vivem com
infecção crônica provocada pelo vírus. Em 2017, o país deu início a um programa
que, ao longo do primeiro ano, testou mais de 350 mil pessoas. Mais de 70% delas
foram diagnosticadas com a doença e passaram a receber tratamento para a
infecção. A meta do governo local é testar 1,8 milhão de pessoas com mais de 15
anos para a doença
Brasil




