Um julgamento marcado para o
próximo dia 30 de agosto no Supremo Tribunal Federal (STF) está opondo pais de
alunos e órgãos públicos. A controvérsia envolve a possibilidade de os pais
tirarem os filhos da escola para ensiná-los em casa, prática chamada de
educação domiciliar.
Na Corte, os ministros vão decidir se essa forma de
ensino, conhecida internacionalmente como “homeschooling” e mais comum nos
Estados Unidos, passa pelo crivo da Constituição.
No artigo 205, a Carta trata a
educação como um “direito de todos e dever do Estado e da família”, a ser
“promovida e incentivada com a colaboração da sociedade”.
O objetivo, segundo a Constituição, é o “pleno
desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua
qualificação para o trabalho”.




