O deputado federal Capitão Augusto, do PR de São Paulo, utilizou a tribuna da Câmara Federal para criticar o jornalista Rogério Pagnan, que tem feito a cobertura da morte da soldado da Polícia Militar, Juliane dos Santos, na favela de Paraisópolis, na zona sul de São Paulo.
Capitão Augusto recapitulou o caso e comentou a matéria. “Ela foi covardemente assassinada e encontrada no porta-malas de um veículo cinco dias depois. Para nossa surpresa, vi uma matéria na Folha dizendo que a Juliane teve seus últimos momentos entre bebidas, beijos e dança, assinada pelo pseudo jornalista Rogério Pagnan”, disse o deputado, que, em seguida fez pesadas críticas a Rogério, que foi policial militar em Franca e na cidade de Pedregulho.
“Levantei a capivara deste jornalista. Foi um texto preconceituoso, desnecessário e covarde. Esse Rogério, ex-policial militar, trabalhou em Pedregulho. Era vagabundo, preguiçoso, um péssimo policial, não servia para nada. Foi transferido depois para Franca. Não tinha o que fazer com um cara ruim desse, jogaram ele na guarda de quartel. Não servia para nada, teve diversas punições disciplinares, um péssimo PM, que seria expulso, porque não toleramos vagabundos como ele”, disparou Capitão Augusto.




