
No mundo corporativo existe sempre a cobrança por melhorar a qualidade dos produtos e serviços, reduzir custos, ganhar mercado e aumentar a lucratividade. Nesse cenário, é fundamental ter pessoas que maximizem o uso do capital e saibam desenvolver e aplicar conhecimentos, métodos e tecnologias. Porém, nada se consegue com uma equipe desmotivada, sem referência, planejamento ou objetivos bem definidos. Mais do que isso, o trabalho torna-se moroso sem uma liderança que consiga perceber as potencialidades e os talentos dos funcionários de forma a aproveitá-los para o desenvolvimento pessoal e da empresa.
Por isso, sejam quais forem as circunstâncias, a principal missão do líder é basicamente a mesma: garantir que a organização mantenha uma performance sustentável a fim de gerar os resultados desejados. Porém, se as circunstâncias incluírem um cenário de crise, a relevância dessa missão – bem como os desafios que você terá de superar para cumpri-la – são ainda maiores. Garantir que a empresa mantenha uma performance sustentável requer uma série de competências. E talvez a mais básica e primordial seja a capacidade de manter seus colaboradores engajados. “O líder é, por excelência, um gerador de esperança, e embora muita gente sinta-se capaz de desenvolver esse papel, são poucos que conseguem desempenhá-lo com eficiência”, acredita o analista de marketing João Pedro Diniz, 31 anos. Em uma das empresas que trabalhou, ele viveu na pele a experiência de ser liderado por um profissional que, segundo sua análise, não tinha o perfil ou preparo para liderar. “Víamos dia a dia que a equipe não conseguia performar por não ter um planejamento e direcionamento claros do que a empresa necessitava e, embora existissem excelentes profissionais na equipe, a falta de gestão coerente se tornou um desmotivador para muitos”, comenta João Pedro.




