
Os panos, o barro, a madeira, entre muitas outras matérias-primas ganham vida na mão de artesãos de todas as partes do Brasil, fazendo nascerem peças belas e únicas. Contudo, elas não são apenas bonitos artefatos, mas carregam um significado muito maior. Traduzem experiências, histórias, crenças e costumes do cotidiano dos artistas, de sua cidade ou do que aprendeu ao longo de sua vida. E tudo isso tem saído das feiras populares para as lojas de decoração e, destas, para a composição de ambientes em projetos refinados. “Nos últimos anos, cada vez mais bonecos de barro produzidos no interior de Pernambuco, cestarias do Rio Grande do Norte e banquetas talhadas pelos índios da Amazônia, entre outros acessórios, vêm ganhando espaço nas salas de estar dos grandes centros urbanos, criando misturas de estilos muito interessantes”, observa o arquiteto Carlos Augusto Júnior.





