Dados da Companhia Ambiental
do Estado de São Paulo (Cetesb) mostram que a qualidade do ar nos últimos dias
em Ribeirão Preto é considerada de moderada a ruim devido às queimadas.
Os índices colocam a cidade em alerta. A situação é pior
do que a de São Paulo, que apresenta nível bom, mesmo com a dispersão de gases
de uma frota de oito milhões de veículos – em Ribeirão, são 525.061.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, de janeiro a
setembro deste ano, a região de Ribeirão Preto registrou cerca de 600 incêndios
em vegetação. Um dos mais graves afetou a reserva biológica do Centro de
Pesquisa de Bovinos de Corte do Instituto de Zootecnia, em Sertãozinho. O fogo
destruiu 160 hectares da área, o equivalente a 22 campos de futebol, durante
quatro dias.
A chuva poderia aliviar a situação, mas os últimos
volumes expressivos ocorreram na segunda quinzena de agosto.




