Um festival de erros que vem se repetindo desde 2006 provocou uma grande perda de receita da Prefeitura de Franca em termos de receita do IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano – de terrenos não edificados no Município (este valor pode ter ultrapassado a casa dos R$ 20 milhões).
Além das perdas do tributo, a cidade também renunciou, de forma totalmente irregular, à receita oriunda do ITBI – Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis – que incide naturalmente sobre qualquer comercialização de terreno no âmbito do Município, seja este imóvel urbano ou rural.
Aprovada, através da Lei Complementar (LC) nº 094/2005, a majoração do valor de venda (valor venal) de terrenos sem construção em Franca (através da atualização da chamada “Planta Genérica”) deixou de ser lançada no cálculo das alíquotas do IPTU e do ITBI no ano fiscal seguinte (2006).
Esta situação se repetiu até agora, 2018, quando finalmente o atual governo foi alertado que a cidade está perdendo dinheiro de receita por todos estes 12 anos.




