
Segundo pesquisa da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista – Unesp, estima-se que o melasma acometa de 15% a 35% das mulheres brasileiras.
Definido como manchas de cor amarronzada que recobrem partes do rosto, como buço, testa e bochechas, o melasma está entre as queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos. “O melasma é um excesso de pigmentação – melanina – produzido pela melanócito, que é uma célula funcional, portanto, acabam surgindo manchas no tecido”, explica a esteticista e biomédica especialista em tratamento de hipercromias, rejuvenescimento e preenchimentos faciais, Renata Caroline Ferreira Lopes do Amaral.
Segundo ela, os principais fatores para o aparecimento do melasma são exposição excessiva ao sol, a fontes de radiação ultravioleta, influência genética, reposição hormonal, entre outros. Apesar disso, o melasma é uma das manchas mais complexas hoje para tratamento, uma vez que envolve diversos fatores, como desregulação hormonal, estresse, alimentação, falta de hidratação no organismo e outros. Ele começa a aparecer na face, mas também surge nos braços, pescoço e colo. “As manchas têm formatos irregulares e bem definidos, sendo geralmente simétricas – iguais nos dois lados”, esclarece Renata.




