Setembro é amarelo,
outubro é rosa, novembro é azul, dezembro é laranja, mas também vermelho.
Sociedades de médicos, pacientes e ONGs se acotovelam na disputa por um espaço
no calendário para promover os chamados meses de conscientização de algumas
doenças.
Mas nem tudo por trás das campanhas,
em sua maioria apoiadas por farmacêuticas, é cor-de-rosa. As ações nem sempre
se traduzem em mais saúde e, para especialistas, podem levar a consultas e
exames desnecessários.
O mais famoso dos meses coloridos, o
Outubro Rosa, foi criado há mais de 20 anos e envolvia a distribuição de laços
rosas como forma de alertar sobre o câncer de mama, o mais comum entre as
mulheres depois do câncer de pele.
O mesmo mês de outubro é também de
conscientização da artrite reumatoide.




