
O campeão olímpico Joaquim Cruz é treinador do Comitê Paralímpico dos Estados Unidos há 13 anos. Atualmente, trabalha com atletas com deficiência visual, com paralisia cerebral, amputados e cadeirantes em provas de velocidade, meio fundo e fundo. Ele esteve na etapa de Ribeirão Preto do Circuito de Corridas CAIXA no dia 16 de setembro e gostou do que viu. “O incentivo à participação das pessoas com deficiência é uma iniciativa fantástica e muito importante para o desenvolvimento do desporto paraolímpico no Brasil. Iniciativas como a do Circuito CAIXA unem as duas modalidades – para corredores convencionais e não convencionais – em uma festa só”, avaliou o medalha de ouro na prova dos 800 metros na Olimpíada de Los Angeles, em 1984.
Em 15 anos de história, o Circuito CAIXA tem acolhido os portadores de diferentes tipos de deficiência. Em 2018, ampliou suas ações ao passar a integrar o calendário do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). A etapa de São Paulo, marcada para 21 de outubro, será a última da temporada a contar pontos para o ranking da entidade e a previsão dos organizadores é para grande volume de inscritos entre os atletas dessa categoria. Joaquim Cruz – que esteve em Ribeirão Preto como padrinho da prova e um dos integrantes do programa Heróis do Atletismo CAIXA – compartilha das expectativas positivas e sonha com voos maiores para o paradesporto nacional nos próximos anos.




