A taxa de informalidade
entre as pessoas que entraram no mercado de trabalho atingiu 74,2% de 9,4
milhões de pessoas que começaram a trabalhar no segundo trimestre.
O valor é muito maior do
que os 39% de informalidade em relação ao número total de pessoas empregadas no
país, que são 91,2 milhões de ocupados. Os dados foram divulgados pelo
Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
O saldo final foi de 600 mil
trabalhadores a mais no mercado de trabalho, passando de 90,6 para 91,2
milhões, na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2018.
A rotatividade, no entanto, continua
alta: 8,8 milhões que estavam ocupados ficaram desempregados ou saíram da força
de trabalho, em contraposição aos 9,4 milhões de inativos ou desocupados que
conseguiram trabalho.




