Na contramão do mercado tradicional, que sofre com as crises globais, a procura pelo e-commerce tem registrado aumento quando o assunto é abrir um novo negócio. A compra on-line proporciona comodidades que fazem da internet um bom local para investir.
Segundo relatório divulgado pela Ecommerce Foundation sobre o comércio virtual na América Latina, o continente é destaque com maior crescimento mundial no setor. O Brasil aparece como segundo maior mercado de comércio eletrônico, com gasto de US$ 18,86 bilhões, ficando atrás apenas do México, que aparece em primeiro lugar, com US$ 21 bilhões. Outro dado que impressiona é que só no primeiro semestre de 2018, o e-commerce brasileiro cresceu 12,1% em relação ao mesmo período do ano passado.
A adesão às vendas virtuais tem feito cada vez mais empresas migrarem para a internet. Em 2017, o nicho faturou R$ 47,7 bilhões. Um dos principais atrativos é poder ultrapassar a barreira da distância e vender para qualquer lugar do mundo, além de propor praticidade e otimizar o tempo do consumidor. Investir no segmento também permite ao empresário pensar em condições melhores de custos ao cliente.
“Ao focar o investimento em comunicação, tecnologia da informação e logística, em vez de um ponto físico, é possível deixar os preços de venda mais competitivos e, ainda, com produtos disponíveis 24 horas”, destaca Carlos Eduardo Cruz, docente da área de gestão e negócios do Senac Franca.




