Com o objetivo de evitar a falta de professores em sala de aula no início do ano letivo da rede estadual de educação, o governo do Estado de São Paulo, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), pediu ao Supremo Tribunal Federal a suspensão da proibição de contratação de temporários no serviço público.
A ação da PGE (SL 1191) vai contra a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, e a falta de professores é um legado herdado pelo governo de João Doria por falta de planejamento da gestão anterior.
Neste ano, vencem os contratos de 8.563 professores temporários nas diferentes regiões do Estado e, ao longo de 2019, vencerão mais 923 contratos, que não poderão ser prorrogados até o fim do ano letivo. Além disso, apenas em 2018 foram firmados 20.132 novos contratos, quer irão vencer até 2021 e não poderão ser renovados.
“Não existe educação sem o professor. Temos que ter o professor em sala de aula. Esta é a nossa maior prioridade neste momento. Garantir o início das aulas para todas as regiões de São Paulo”, enfatizou o governador João Doria.




