Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Se o prefeito de Franca, Gilson de Souza (DEM), tivesse respeitado este dito popular, a esta altura teria evitado um processo por improbidade administrativa que tramita na Vara da Fazenda Pública da Justiça local.
Gilson é processado, por iniciativa do Ministério Público, por improbidade administrativa, por ter pago durante praticamente um ano, o aluguel de um imóvel na Rua Antônio Bernardes Pinto, na Vila Chico Júlio, onde funcionava a Incubadora de Empresas, que não mais funcionava naquele espeço.
Na ação civil pública movida pelo promotor de Justiça, Paulo César Corrêa Borges, consta que o político foi avisado que os pagamentos sem a utilização do local seriam ilegais por pelo menos dois de seus secretários. Não ouviu e, agora, é réu em um processo que pode lhe gerar vários problemas – financeiros e políticos.
Em depoimento prestado no MP, Flávia Lancha, então secretária de Desenvolvimento, disse que pediu a rescisão contratual, pois o projeto da Incubadora havia sido reestruturado e funcionando em novo endereço, num prédio da Prefeitura, na Rua Major Mendonça, na Cidade Nova.




