Todos têm o direito constitucional de ir e vir. Porém, não está incluído o direito de invadir o espaço e a privacidade dos demais. A quantidade de moradores de rua em Franca e a forma como alguns deles procedem têm sido um tormento para a população da cidade.
A presença de andarilhos pode ser vista principalmente nas regiões centrais. Próximo ao centro popular de compras, no Centro, é comum moradores de rua dormirem, xingarem e até urinarem diante das pessoas.
Em outros pontos da cidade, como as pontes nas marginais Bagres e Cubatão, os moradores de rua fizeram moradias improvisadas e vivem em condições subumanas, em meio ao lixo e a animais como baratas, ratos e outros.
A permissividade do atual governo é nítida. Há tempos, o prefeito Gilson de Souza (DEM) e o secretário de Ação Social, Tico, não fornecem dados sobre ações que foram anunciadas, como busca ativa e consultório de rua. É interessante a população saber o que o poder público tem feito em relação aos moradores de rua.




