A instabilidade política do governo Gilson de Souza (DEM) pode ser um dos fatores que levam a atual gestão municipal a ser “engessada” sob diversos aspectos. Com as trocas constantes de cargos, bons projetos ficam parados e problemas vão surgindo gradativamente.
O revezamento de secretários no governo é um dos fatores que geram esta instabilidade. Se voltarmos no tempo, a primeira grande baixa de Gilson foi Sebastião Ananias, demitido logo no início de seu governo.
Aparentemente, jogo de egos e vaidades ocasionou o desligamento do experiente secretário. Depois, passou pelo cargo Neide Lopes, que foi secretária de Alexandre Ferreira e jamais entrou no ritmo de Gilson de Souza. Tanto que pediu demissão e passou o comando para Tânia Bertholino, que tem seus méritos, mas está muito aquém da experiência de Ananias.
Nos meses passados, de dezembro para cá, Gilson perdeu vários integrantes de seu primeiro escalão. Saíram, por iniciativa própria, Carlos Gatti (Segurança e Cidadania), Flávia Lancha (Desenvolvimento), Orivaldo Donzelli (Chefe de Gabinete) e Cléber Reis (Negócios Jurídicos). E, agora, o secretário de Recursos Humanos, o juiz aposentado Alberto Cordero Donha.




