Foi feito o anúncio, enfim, da Secretaria Estadual de Educação (SEE), da chamada imediata de 3.230 professoras de educação básica (PEB 1) aprovadas no último concurso (novembro de 2014).
A maior parte delas já atua na rede estadual na categoria O, ou forma precarizada de contratação temporária que não garante os mesmos direitos dos servidores efetivos.
A convocação só ocorreu após diversas audiências públicas que denunciaram a estratégia utilizada pelo governo para descaracterizar o vínculo de trabalho, negando aos professores direitos básicos como a estabilidade no emprego e o acesso ao atendimento pelo Iamspe.
A última delas foi promovida pelo promotor de justiça Daniel Guimarães, do Grupo de Atuação Especial de Educação (Geduc) do Ministério Público (MP/SP). Depois disso, o MP ajuizou ação civil pública para que as contratações sejam feitas exclusivamente por concurso público, conforme determina a Constituição.




