Foi publicado nesta terça-feira (15), durante o Times Higher Education Emerging Economies Summit 2019, em Doha, Qatar, a 6ª edição do ranking universitário internacional Emerging Economies University Rankings 2019.
O ranking inclui 442 universidades, ante 350 instituições no ano passado, de 43 países em quatro continentes. Ou seja, houve um aumento de 26% no número de instituições de ensino em relação a edição anterior.
O Brasil mantém o status de terceiro país mais representado, mas quase todas as universidades perderam posições, em grande parte por causa da turbulência econômica e política no país. Na América Latina, em 2018, foram apenas dois representantes, Brasil e Argentina, respectivamente nas posições 32 e 1. Em 2019, mais países latinos passaram a figurar na classificação, como Chile e Colômbia. O Brasil continuou como maior representante, com 36 instituições, seguido de Chile, com 16, Colômbia, com 7 e Argentina, com 5.
Esse ranking inclui apenas instituições em países classificados pela FTSE (The Financial Times Stock Exchange) como emergentes avançados, emergentes secundários ou “frontier” e conta com os mesmos 13 indicadores de desempenho que o THE World University Rankings para julgar instituições sobre seu ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais, mas eles são recalibrados para refletir as prioridades de desenvolvimento das universidades em economias emergentes.




