Mulheres grávidas expostas a altos
níveis de poluição atmosférica, mesmo que por um curto espaço de tempo, correm
um risco significativamente maior de sofrer um aborto espontâneo, em comparação
a quem respira ar puro.
As conclusões são de um novo estudo
da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, publicado no mês passado na
revista científica Fertility and Sterility.
Os resultados revelam que altos níveis de um poluente
chamado dióxido de nitrogênio (NO²) aumentam em 16% o risco de aborto espontâneo.
Produzido pela queima de combustíveis fósseis, o NO² é um gás bastante
presente em diversos lugares poluídos em todo o mundo.
Estudos anteriores já haviam
analisado o risco de aborto em casos em que a exposição à poluição é
prolongada.




