Um estudo sueco
mostrou que mulheres com câncer de mama que faziam a mamografia periodicamente
apresentaram redução de 60% na taxa de mortalidade – 10 anos após o diagnóstico
– em comparação àquelas que não faziam o exame regularmente. Segundo o levantamento,
a redução da mortalidade foi de 47% em 20 anos após o diagnóstico, usando a
mesma base de comparação.
O estudo, publicado por uma revista científica internacional,
está sendo destacado pela Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para lembrar
o Dia da Mamografia, a ser comemorado nesta terça-feira, 05 de fevereiro.
A entidade chama a
atenção das mulheres para a necessidade de fazer o exame com frequência, já que
a pesquisa indicou que as mulheres que fizeram o rastreamento tiveram a
vantagem adicional da detecção precoce e receberam benefícios muito maiores,
como terapias menos agressivas e menos mutiladoras.
“A diferença é atribuída à detecção precoce e ao tratamento em
uma fase inicial da história natural do câncer de mama entre as mulheres que
realizavam mamografia regularmente. Embora tenha sido dada muita atenção aos
potenciais danos da participação de rastreamento mamográfico regular, pouca
atenção foi dada aos danos de não participar do rastreamento regular”, disse o
presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), Antonio Frasson.




