O Ministério Público ingressou com ação civil pública, por improbidade administrativa, contra várias pessoas e empresas, em Restinga, sob acusação de um esquema, envolvendo o Poder Executivo e empresários, para fraudar processos licitatórios naquela cidade.
São várias as denúncias de irregularidades na condução dos processos pela Prefeitura de Restinga, que, segundo o Ministério Público, caracterizam a formação de grupo ou cartel de empresas para promover o direcionamento das licitações.
Entre as ilegalidades apontadas estão a falsificação de convite, a dupla participação de uma mesma empresa, a falta de pesquisa
prévia de mercado, a ausência de empenho prévio, a adulteração no objeto de licitação no instrumento convocatório, o pagamento antes da entrega do produto comprado no processo de licitação, e simulação de compra de materiais, entre outras irregularidades apontadas.




