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​Empresários e sindicalistas também vão entrar na “Guerra dos Pedágios”

Custos de transportes de carga produtos agrícolas, e até passagens devem subir

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Luiz Alberto, representante da Usina Buritis (Foto Circuito Regional)

O descontentamento que aflorou em todas as populações de Franca e região, que se utilizam das rodovias Cândido Portinari e Ronan Rocha, que terão pedágios a partir de 2018 chegou também ao empresariado e a líderes sindicais.

Líderes de grandes empresas que serão atingidas pelo aumento de custos de transportes, tanto no pedágio do km 417 da Cândido Portinari, em Cristais Paulista, quanto no da praça programada para o km 27 da Ronan Rocha, já se manifestaram, mostrando todo seu descontentamento.

Diretor da Usina Pedra Agroindustrial, Luiz Alberto (Usina Buriti), que fica localizada entre Pedregulho e Buritizal, participou da audiência popular realizada em Franca neste sábado na Câmara de Franca, fez parte da mesa e não economizou críticas à iniciativa: “Não tem espaço para aumentar custos”, disse.

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Caminhoneiros e ônibus

Por enquanto as lideranças do setor do agronegócio são as mais indignadas. Os presidentes dos Sindicatos Rurais de Patrocínio Paulista, Pedregulho, Rifaina e alguns com base territorial do Sindicato Rural de Franca tambem devem entrar na briga contra os pedágios.

Mas a cobrança de pedágio também sacrificará condutores autônomos de veículos rodoviários, como transportadores em utilitários, vans e caminhões. Desta área, nenhum sindicato de manifestou. 

Outra certeza é: o custo dos pedágios também se aplicarão a empresas de ônibus que transportam trabalhadores e as que fazem os caminhos intermunicipais levando e trazendo passageiros. Com certeza, custos serão repassados às passagens. 

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região