Os pacientes com câncer de pele não melanoma poderão contar, em
breve, com uma nova tecnologia para o tratamento não invasivo desse tipo de
tumor cutâneo – o mais frequente no Brasil e no mundo.
Um grupo de pesquisadores do Instituto de Física de
São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP) desenvolveu, nos últimos
anos, um dispositivo para o diagnóstico e tratamento óptico do câncer de pele
não melanoma com resultados promissores, principalmente na eliminação de
tumores iniciais. O procedimento está em processo de avaliação para ser
implementado no Sistema Único de Saúde (SUS).
A técnica, criada no Centro de Pesquisa em Óptica e
Fotônica (CEPOF) – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs)
apoiados pela FAPESP –, foi apresentada durante a Escola São Paulo de Ciência
Avançada em Tópicos Modernos em Biofotônica.
Apoiado pela FAPESP, na modalidade Escola São Paulo
de Ciência Avançada, o evento foi realizado entre os dias 20 e 29 de março no
IFSC-USP. O encontro reuniu estudantes de pós-graduação e jovens pesquisadores
do Brasil e do exterior com o objetivo de discutir tópicos avançados na área de
biofotônica, que usa tecnologias baseadas na manipulação de fótons, ou seja, a
luz, para aplicações biológicas.




