A Secretaria
Municipal de Saúde de Ribeirão Preto alerta que, com a chegada do frio, o
movimento nas Unidades Básicas de Saúde aumenta em torno de 70%. O motivo é a
maior circulação de alguns tipos de viroses.
De acordo com a
médica infectologista Maria Célia Cervi, ficar em um ambiente fechado pode
favorecer o contágio no outono e no inverno. “Está no ar, na tosse. Pessoas que
estão próximas a menos de um metro, só com a tosse essas gotículas podem contaminar
a pessoa suscetível que está próxima”, explica.
Essa é a realidade na casa da
fonoaudióloga Elaine Cristina Pacanhela Trovó. O seu filho de 9 anos, Enzo
Pacanhela Trovó, contraiu virose recentemente. Em poucos dias, o vírus se
espalhou pela residência.
Entre os
principais sintomas da virose estão febre alta, dores de cabeça, tosse e
coriza. Todos eles foram sentidos pela criança. “Eu acordei e não senti nada,
mas aí foi começando o dia, senti dor na cabeça, dor de garganta, cansaço, dor
no corpo, dor na garganta, em todo lugar”, diz Enzo.




