A
concentração progressiva dos gases efeito estufa (GEE) causada pela atividade
humana ao longo de toda a evolução industrial está promovendo o aquecimento
terrestre e colocando em risco a vida nas próximas décadas. O excesso de gases
atmosféricos, especialmente o dióxido de carbono (CO2), impedem que a radiação
terrestre escape para o espaço causando desequilibro térmico.
A
parcela do setor de construção civil neste processo representa um terço das
emissões totais, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU). Para
ajudar a desacelerar o aquecimento global, a MRV
assumiu o compromisso de compensar 100% de suas emissões de carbono diretas e
de energia anualmente, além de toda energia elétrica consumida, meta que vem
sendo cumprida desde 2015.
O
Plano de Gestão de Carbono feito pela construtora leva em consideração as diretrizes
da Política
Nacional de Mudanças Climáticas e ainda a política de Mudanças Climáticas
da própria companhia.
Para
compensar as emissões na cadeia de produção da construção civil, lojas,
escritórios e sites, a MRV realiza a compra de créditos de carbono. O mercado
de carbono surgiu na década de 90 e a partir do protocolo de Quioto os países
signatários acordaram em limitar ou reduzir suas emissões de gases fazendo com
que a redução das emissões passasse a ter valor econômico.




