A adoção da cadeirinha para o transporte de crianças de até sete
anos e obrigação de uso do cinto de segurança no banco de trás dos carros até
os nove anos diminuíram em um terço o número de internações de crianças
acidentadas em estado grave e reduziram em um quinto o número de mortes de
pessoas nessa faixa etária transportadas em veículos automotores.
Os dados são do Ministério da Saúde, conforme análise do
Conselho Federal de Medicina (CFM), em parceria com a Associação Brasileira de
Medicina de Tráfego (Abramet) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).
O estudo indica que esses números envolvendo acidentes com
crianças diminuíram no mesmo período em que o número de veículos nas ruas
cresceu cerca de 50%. Entre 2010 e 2018, a frota de veículos no país aumentou
de 37,25 milhões para 54,7 milhões.
A obrigatoriedade da cadeirinha e do cinto de segurança está na
Resolução nº 277 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).




