Se engana quem pensa que só porque está frio não é
preciso passar protetor solar para prevenir doenças de pele.
Mesmo que os dias estejam nublados ou que a pessoa
permaneça em ambiente fechado durante a maior parte do dia, tanto o mormaço
quanto as luzes artificiais emitidas por lâmpadas e computadores podem causar
manchas, envelhecimento precoce e até câncer de pele.
A incidência de raios UVA e UVB no inverno e em
dias nublados se mantém praticamente a mesma do que nos dias ensolarados de
verão. Por isso, o uso do protetor solar deve ser uma rotina desde criança, já
que a radiação solar pode causar danos à pele, como as incômodas queimaduras.
A advogada Tais Ferreira conta que toma muito
cuidado com o filho João Pedro, de 4 anos. “Não deixo meu filho sair de casa
sem passar protetor solar. Eu já deixo o produto ao lado da cama dele para não
me esquecer. Já virou rotina em nossa família”, explica.
Para quem trabalha na rua, o filtro solar deve ser
parte da rotina básica de higiene, como passar desodorante após o banho.
Além do protetor, quem tiver opção deve evitar a
exposição ao sol no período das 10h às 16h. “As queimaduras, além de aumentar o
risco de câncer de pele, provocam rugas, flacidez, envelhecimento precoce e
outras doenças”, explica o dermatologista Caio Lamonier de Abreu Camargo.



