Relatório do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) revela que apenas 13% das Unidades Prisionais (UPs) possuem bloqueadores de celulares.
Os dados são da auditoria operacional realizada pelo TCESP como parte integrante do processo de Contas do Governo referente ao ano de 2018, que analisou os programas da Custódia e Reintegração Social da População Penal no Estado.
Das 171 Unidades prisionais, somente 23 possuem rastreadores que impedem a entrada de celulares, o que revela a dificuldade de controle de entrada dos aparelhos nos presídios e, consequentemente, possibilita seu uso e a articulação de crimes por detentos dentro do sistema prisional.
De acordo com balanço, atualizado em dezembro de 2018, foram apreendidos 13.845 celulares nos estabelecimentos prisionais do Estado, o que representou uma redução de 4% em relação ao exercício de 2017.




