Quando decidiu, solitariamente, suspender todos os processos e inquéritos que utilizam dados bancários compartilhados sem autorização da Justiça, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, dificilmente fazia ideia da dimensão da própria decisão.
Da burocracia de uma Suprema Corte em recesso saiu a determinação, por parte de seu presidente plantonista, para que as investigações fossem paralisadas, em especial a que atinge o filho zero um do presidente da República, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)




