O texto da medida provisória (MP) da Liberdade Econômica permite que os trabalhadores deixem de bater o ponto. A previsão está no relatório do deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), aprovado em comissão especial do Congresso.
O modelo permite que um funcionário de qualquer empresa possa fazer acordo individual com empregador e, com isso, cumprir todo o expediente sem fazer os registros de entrada, saída e almoço. Somente exceções serão obrigatoriamente anotadas. Entre elas estão horas extras, folgas, faltas e férias.
De acordo com a lei trabalhista atual, qualquer empresa com mais de dez funcionários precisava ter um registro de horas de trabalho e controle de jornada. A MP também estabelece que a obrigatoriedade será para as empresas com mais de 20 funcionários.
As alterações na lei trabalhista não constam do texto enviado ao Congresso pelo governo, em abril.




