
Em seu sétimo álbum de estúdio, “The Man-Machine”, o grupo alemão Kraftwerk provou que o poder da música eletrônica não estava em truques elaborados, mas na simplicidade zen do domínio científico.
O criativo projeto artístico da banda deu uma guinada conceitual nesse álbum, lançado em maio de 1978, cuja capa simbólica fazia referência ao modernista russo El Lissitzky e as músicas falavam de um mundo cada vez mais autômato de alienação urbana, de engenharia da era espacial e de fama sem glamour.




