
As
cidades estão preparadas para o aumento da população idosa? Segundo o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o “índice de envelhecimento” (a
proporção de idosos entre a população) deve saltar de 43,19%, em 2018, para
173,47% em 2060. Mas uma pesquisa da Federação dos Hospitais, Clínicas e
Laboratórios do Estado de São Paulo (FEHOESP) mostra que este cenário está mais
próximo do que se pensa. O estudo aponta aumento de 37% na demanda por serviços
de home care em 2018 (em relação a 2017), “um índice considerável”, analisa o
médico Yussif Ali Mere Jr, presidente da Federação.
Outro
estudo já coloca Ribeirão Preto em situação privilegiada. De acordo com o
Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade pelo Instituto de Longevidade
Mongeral Aegon/FGV, divulgado em 2017, Ribeirão é uma das dez cidades com
melhor qualidade de vida para a população idosa – figura em 6º lugar. O
relatório da pesquisa cita o clima sem ocorrência de chuvas extremas, a
quantidade de cinemas e iniciativas que colaboram para bom desempenho em
cultura e engajamento como requisitos que pesaram na avaliação.




