
A
paixão pela cultura sertaneja começou cedo. Aos seis anos Tálick de Castro já
se vestia como cowboy. O chapéu, a bota e o cinto com a fivela faziam parte do
figurino do menino que sonhava em ser locutor de rodeios. Foi na mesma idade
que a mãe Adriana de Castro confirmou que os sintomas que apareceram quando ele
tinha um ano eram realmente de Autismo.




