
Perguntas
do tipo “como será a minha vida daqui pra frente?” ou “será que
vou poder ter filhos?” são algumas das dúvidas mais frequentes dos
pacientes recém diagnosticados com Esclerose Múltipla (EM). É comum se
depararem com tantas inseguranças quando têm o diagnóstico, já que é uma doença
ainda de causa desconhecida, sem cura e de grande incidência no mundo.
A
esclerose múltipla é autoimune e atinge o sistema nervoso central causando a
destruição da mielina, proteína essencial para o funcionamento do mesmo, além
da medula e do nervo óptico, o que, eventualmente, resulta em problemas como o
movimento muscular, a visão e o equilíbrio. Segundo a Federação Internacional
de Esclerose Múltipla existem cerca de 2,5 milhões de pessoas com EM ao redor
do mundo, sendo 35 mil apenas no Brasil, uma incidência de 15 casos para cada
100 mil habitantes.




