Diante do aperto nas contas públicas, o governo decidiu deixar de arcar com a parcela de subsídio que destinava a empreendimentos das faixas 1,5 e 2 do programa Minha Casa Minha Vida.
Portaria assinada pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, autoriza que o benefício seja 100% bancado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que reúne recursos acumulados compulsoriamente pelos trabalhadores.
A medida viabiliza novas contratações para as faixas 1,5 e 2 sem a necessidade de recursos da União. As duas faixas são voltadas a famílias com renda de até R$ 4 mil e oferecem subsídio de até R$ 47.500.
Até esta semana, a União arcava com 10% da subvenção — os outros 90% ficavam com o FGTS. Entretanto, os R$ 450 milhões do orçamento federal destinados a essa finalidade foram esgotados na última semana.




